Não tudo ao mesmo tempo, mas tudo no seu tempo.
Sempre ouvi dizer que o bambu tem raízes fortes, profundas. E, mesmo assim (ou talvez por isso), ele se curva diante do vento.
Não luta contra, não quebra… Ele aceita o movimento.E quantas vezes a gente se parte tentando resistir a ventos que não temos como controlar?A gente faz planos, traça metas, estabelece cronogramas. Quer tudo sob controle.
Mas a vida tem lá seus próprios caminhos, e nem sempre eles batem com os nossos rabiscos no papel.
Foi em meio ao caos e sofrimento que valorizei a flexibilidade.
Não como fraqueza. Mas como sabedoria.A força que enverga é a mesma que sustenta.
Quantas vezes a gente poderia ter se poupado de dor, de culpa, de auto-pressão… se tivesse simplesmente deixado fluir?
Não estou dizendo pra abandonar os sonhos.
Mas pra lembrar que podemos e devemos adaptar o caminho.
Reavaliar o que traçamos. Alterar o que for preciso.
Transformar com calma. Agir com objetividade.Não tudo ao mesmo tempo, mas tudo no seu tempo.
O que sustenta é a raiz profunda e a capacidade de dançar com o vento.Tina (tentando dançar com o vento e o caos).