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    Início » Pagando boletos de uma vida que não é minha.
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    Pagando boletos de uma vida que não é minha.

    TinaPor Tina11 de dezembro de 2025Atualizado:11 de dezembro de 20253 min. leitura
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    Não há cura no lugar que te adoece.

    Cheguei num ponto muito triste onde a falta de autocuidado e amor-próprio estava me levando à loucura.
    Decidi iniciar a minha fuga.
    Embora parecesse uma escolha óbvia, não era tão simples assim. De um lado, uma “vida equilibrada”; do outro, minha saúde mental estava no fundo do poço. Sabe aquele sentimento de estar numa montanha-russa, onde uma parte de você está no alto enquanto a outra está lá embaixo aterrorizada pelo que está por vir? Pois é, eu estava exatamente assim.
    Não dá para manter os dois lados e ter realmente uma vida equilibrado sem usar aspas?

    Desde estes pensamentos, comecei a me sentir meio fora do eixo, como se eu tivesse mudado tanto que mal me reconheço no espelho. Uma amiga disse que isso é “maturidade”. Será que a maturidade sozinha poderia desmontar tanto a nossa vida social e bagunçar tanto nossos pensamentos?
    Será que é isso que está acontecendo comigo agora? Sei lá…
    Eu tinha que ter um plano, então,  fiz uma lista dos lugares que frequentava, tentando entender o que cada um deles me fazia sentir. O que já estava claro ficou reluzente… Muitas vezes o problema nem era o lugar, eram as pessoas.

    Antes de continuar, deixa eu te contar uma coisa que talvez ninguém tenha falado ainda:

    Não há cura no lugar que te adoece.

    Alguém

    Então, crie o seu plano também e comece a sair daí agora!

    Bem, comecei a voltar para mim mesma. Percebi que já tinha morado onde queria, trabalhado nos cargos que desejava e feito tudo o que diziam ser “o certo”. Mas, no fundo, eu não estava vivendo a minha própria vida. Estava cansada de pagar boletos para sustentar uma versão de mim que não era real! E, apesar de essa jornada ter sido cheia de noites mal dormidas e sentimentos estranhos, sou grata, porque foram essas dores que me fizeram tomar as rédeas de volta.
    Posso não estar 100% no controle ainda, mas já consigo desviar do que não me serve e enxergo melhor a direção que quero ir.

    Conversando com amigos sobre este meu texto, um deles me pediu um exemplo prático. E aqui está: se o seu emprego te causa sintomas desagradáveis como ansiedade, dor de estômago, insônia… Ou qualquer outro tipo de insatisfação e desconforto, este é o um sinal claro.
    Não estou dizendo que é para abandonar o emprego do dia para a noite, mas você pode startar o seu plano de mudança. E os caminhos são muitos: você pode mudar de setor, enviar currículos para outras empresas ou se especializar em outra área. O importante é você voltar para si mesmo.

    Essa coragem para a mudança não veio facilmente; foram acompanhadas de noites mal dormidas, medos inexplicáveis, sentimento de fracasso e muito choro, mas foi cada um destes sintomas que me mostraram o quanto eu precisava agir para retomar o controle da minha vida. Desde então, sigo descobrindo, dia após dia, quem realmente sou.

    Voltar é difícil, mas eu espero que você consiga mesmo que demore, mesmo que pareça um caminho sem fim, continue voltando para quem você realmente é.

    Volte.

    Tina (voltando).

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      Sou a Tina, escritora e criadora do Blog da Tina. Escrevo desde 2002, quando blogs eram espaços de troca real, sem algoritmos ditando o ritmo. Aqui falo sobre vida, sentimentos, cotidiano e o que nos atravessa com honestidade e presença.

      Se você também escreve ou mantém um blog, me conta. Quero conhecer o seu espaço.

      Contato: blogdatina@paralelle.com.br

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